Caminho das estrelas
O objectivo deste blog é o de troca de opiniões e de imagens sobre astronomia.
Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012
Domingo, 27 de Novembro de 2011
Detecção de asteróides que estavam na imagem da M1
Este programa permite efectuar os "plate - solve de vários frames sucessivos e detectar os asteróides na imagem (assinalados na imagem e permite leitura da suas coordenadas. E por tabela permite corrigir a direcção Norte na imagem, podem vêr que tenho um erro de cerca de 25º na posição da câmara.
Sábado, 24 de Setembro de 2011
Domingo, 18 de Setembro de 2011
M81-18Set2011
Esta imagem foi obtida a partir de quatro aquisições, cada uma com 5 min, calibradas.
A colimação foi efectuada com o programa CCDInspector. A utilização do programa implica algum treino porque se efectua com o sistema totalmente focado. Ora, quando se procede à colimação, há uma inevitável desfocagem associada a cada ajuste dos parafusos do espelho primário. Assim, quando se pretende efectuar a colimação fina, tem que se efectuar uma segunda focagem precisa e só então efectuar a colimação final.
A colimação foi efectuada com o programa CCDInspector. A utilização do programa implica algum treino porque se efectua com o sistema totalmente focado. Ora, quando se procede à colimação, há uma inevitável desfocagem associada a cada ajuste dos parafusos do espelho primário. Assim, quando se pretende efectuar a colimação fina, tem que se efectuar uma segunda focagem precisa e só então efectuar a colimação final.
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
M33-25Ago2011
Esta imagem foi efectuada com duas aquisições, cada uma de 10 min. Depois, ficou enublado e quando terminei a aquisição dos flats começou a chover.
Sábado, 20 de Agosto de 2011
NGC7331-19Ago2011
Apenas uma imagem (as núvens impediram mais)...
Primeira imagem com espaçamento entre o corrector de coma e o CCD de 55mm.
Primeira imagem com espaçamento entre o corrector de coma e o CCD de 55mm.
Sexta-feira, 24 de Junho de 2011
M101 23Jun2011
Esta imagem da M101 foi obtida a partir de 10 exposições de 10 min com Vixen R200SS e Atik 314L, montagem EQ6pro guiada com Sky Watcher ed80 e Atik 16ICs.
Domingo, 12 de Junho de 2011
M13-11Junho2011
Esta imagem do enxame globular M13 foi realizada com a Lua em Quarto Crescente, e boa estabilidade. São três imagens de 3 minutos cada, calibradas (darks, flats). Obtida com Vixen R200SS, Atik314Lplus, EQ6Pro guiada com SWatcher ED80, Atik16ICs, focagem com Seletek Armadillo e motor de passos robofocus, tubo óptico colimado com CCDInspector.
Domingo, 5 de Junho de 2011
Relógio astronómico de Praga
Este belo relógio, além das horas solar e legal, também dá a posição do Sol, da Lua e das Constelações e a duração do dia e da noite.
Etiquetas:
30 de Maio 2011,
Praga
Segunda-feira, 16 de Maio de 2011
Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011
M86 - Grupo de Virgem - 6Fev2011
First light:
Vixen R200SS/ATIK314Lplus
montagem-SkyWatcherEQ6pro
guiagem com SWatcherED80-ATIK16ICS- 5x300sL+2x600sL-focagemSeletekAmardillo+motorRobofocus
Sábado, 6 de Novembro de 2010
Terça-feira, 2 de Novembro de 2010
Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010
O desvio para o vermelho pode ser explicado sem considerar uma expansão do espaço-tempo
FUNDAMENTAÇÃO GERAL
-Sabido que quanto maior o trajecto dum raio luminoso maior é a influência dos inúmeros campos gravíticos que este atravessa porque razão não se considera o inerente desvio para o vermelho tal como se deduz das equações da teoria geral da relatividade, dispensando assim a existencia do big/bang? O modelo que a seguir se desenvolve baseado numa equação da relatividade geral que permite o cálculo desse "redshift" com base na massa total e no raio duma "esfera de acontecimentos" que o raio luminoso atravessa desde um ponto na sua superfície até um outro diametralmente oposto, onde se encontra o observador, permite explicá-lo e com boa concordância com os redshifts observados e com a ultimamente "descoberta" aceleração da expansão do universo.
RESUMO
Geralmente questionam se os fundamentos do modelo alternativo de possibilidade de integração dos desvio para o vermelho gravitacionais no caso de objectos do céu profundo com base em que os desvios para o vermelho e os para o azul na passagem sucessiva pelos diversos campos graviticos se anulariam.
Ultrapassaram-se essas questões:
a) Todos os corpos celestes situados fora dos limites do espaço compreendido entre a fonte de luz e o observador não se consideram porque os efeitos cancelam-se entre si ("boundary limits"). Este facto facilmente se confirma por análise do que acontece ao raio luminoso quando atravessa um espaço vazio apenas sujeito à influencia das massas gravíticas situadas no exterior desse espaço, a frequência diminui até ao centro de massas e aumenta daí até ao observador.
b) A influência dos corpos situados no interior do espaço delimitado entre a fonte e o receptor, que em primeira aproximação se considera esférico e preenchido com corpos pontuais de massa igual e uniformemente distribuídos e de tal forma que os dois ocupam dois pontos diametralmente opostos dessa esfera, manifesta-se no receptor como um desvio para o vermelho. Este facto deriva de que no trajecto dos raios luminosos até ao centro de massas a frequência aumenta mas neste centro de massas, que é um ponto de Lagrange e onde a aceleração de gravidade é nula, a frequência será de novo igual à da luz na fonte luminosa. Desde esse centro de massas até ao observador a l.uz sofre do novo um desvio para o vermelho originada peló campo gravítico cuja energia potencial deve vencer.
O exposto permite concluir os seguintes postulados que derivam da teoria geral dos campos e são compativeis com a teoria geral da relatividade,
1) Os campos gravíticos que os raios luminosos atravessam até ao observador provocam um desvio resultante final da sua frequência para o vermelho;
2) É legítimo integrar a interacção de todos os corpos situados entre a fonte luminosa e o observador sobre a frequência do raio luminoso;
3) Quanto maior a distância entre a fonte e o observador maior a quantidade de massa situada nesse espaço e portanto maior é o desvio para o vermelho;
4)Todos os corpos situados fora do espaço entre a fonte e o observador não são relevantes porque as suas interacções cancelam entre si.
ALGUNS ARTIGOS COM INTERESSE
Textos fundamentais da Física Moderna, Fundacao Calouste Gulbenkian
I volume: O princípio da relatividade, H.A. Lorentz, A. Einstein e H. Minkowski 3ª edição
Observação: ver em particular o artigo de A. Einstein:
-Sobre a influência da gravidade na propagação da luz.
Na net, ver por exemplo
http://en.wikipedia.org/wiki/Shapiro_delay
http://en.wikiversity.org/wiki/Introduction_to_general_relativity
http://www.relativity.li/en/epstein2/read/i0_en/i2_en/
ASPECTOS EM DESTAQUE
Na folha de cálculo que se apresenta na mensagem imediatamente anterior, ver a estrutura geral dos cálculos e o grafico com z (desvio para o vermelho, adimensional) em função da distância quer para o modelo standard (baseado numa expansão do universo quer para o desenvolvido a partir do efeito puramente gravitacional, tal como previsto pela teoria geral da relatividade. Observe que este modelo prevê, contrariamente ao modelo standard, que o desvio dos comprimentos de onda para o vermelho aumenta com o aumento da distancia sem necessitar de quaisquer outras considerandos.
Se pretender analisar os cálculos agradeço que me envie um email:
jdcardosomoura at gmail.com
ou telefone pelo 967905671
-Sabido que quanto maior o trajecto dum raio luminoso maior é a influência dos inúmeros campos gravíticos que este atravessa porque razão não se considera o inerente desvio para o vermelho tal como se deduz das equações da teoria geral da relatividade, dispensando assim a existencia do big/bang? O modelo que a seguir se desenvolve baseado numa equação da relatividade geral que permite o cálculo desse "redshift" com base na massa total e no raio duma "esfera de acontecimentos" que o raio luminoso atravessa desde um ponto na sua superfície até um outro diametralmente oposto, onde se encontra o observador, permite explicá-lo e com boa concordância com os redshifts observados e com a ultimamente "descoberta" aceleração da expansão do universo.
RESUMO
Geralmente questionam se os fundamentos do modelo alternativo de possibilidade de integração dos desvio para o vermelho gravitacionais no caso de objectos do céu profundo com base em que os desvios para o vermelho e os para o azul na passagem sucessiva pelos diversos campos graviticos se anulariam.
Ultrapassaram-se essas questões:
a) Todos os corpos celestes situados fora dos limites do espaço compreendido entre a fonte de luz e o observador não se consideram porque os efeitos cancelam-se entre si ("boundary limits"). Este facto facilmente se confirma por análise do que acontece ao raio luminoso quando atravessa um espaço vazio apenas sujeito à influencia das massas gravíticas situadas no exterior desse espaço, a frequência diminui até ao centro de massas e aumenta daí até ao observador.
b) A influência dos corpos situados no interior do espaço delimitado entre a fonte e o receptor, que em primeira aproximação se considera esférico e preenchido com corpos pontuais de massa igual e uniformemente distribuídos e de tal forma que os dois ocupam dois pontos diametralmente opostos dessa esfera, manifesta-se no receptor como um desvio para o vermelho. Este facto deriva de que no trajecto dos raios luminosos até ao centro de massas a frequência aumenta mas neste centro de massas, que é um ponto de Lagrange e onde a aceleração de gravidade é nula, a frequência será de novo igual à da luz na fonte luminosa. Desde esse centro de massas até ao observador a l.uz sofre do novo um desvio para o vermelho originada peló campo gravítico cuja energia potencial deve vencer.
O exposto permite concluir os seguintes postulados que derivam da teoria geral dos campos e são compativeis com a teoria geral da relatividade,
1) Os campos gravíticos que os raios luminosos atravessam até ao observador provocam um desvio resultante final da sua frequência para o vermelho;
2) É legítimo integrar a interacção de todos os corpos situados entre a fonte luminosa e o observador sobre a frequência do raio luminoso;
3) Quanto maior a distância entre a fonte e o observador maior a quantidade de massa situada nesse espaço e portanto maior é o desvio para o vermelho;
4)Todos os corpos situados fora do espaço entre a fonte e o observador não são relevantes porque as suas interacções cancelam entre si.
ALGUNS ARTIGOS COM INTERESSE
Textos fundamentais da Física Moderna, Fundacao Calouste Gulbenkian
I volume: O princípio da relatividade, H.A. Lorentz, A. Einstein e H. Minkowski 3ª edição
Observação: ver em particular o artigo de A. Einstein:
-Sobre a influência da gravidade na propagação da luz.
Na net, ver por exemplo
http://en.wikipedia.org/wiki/Shapiro_delay
http://en.wikiversity.org/wiki/Introduction_to_general_relativity
http://www.relativity.li/en/epstein2/read/i0_en/i2_en/
ASPECTOS EM DESTAQUE
Na folha de cálculo que se apresenta na mensagem imediatamente anterior, ver a estrutura geral dos cálculos e o grafico com z (desvio para o vermelho, adimensional) em função da distância quer para o modelo standard (baseado numa expansão do universo quer para o desenvolvido a partir do efeito puramente gravitacional, tal como previsto pela teoria geral da relatividade. Observe que este modelo prevê, contrariamente ao modelo standard, que o desvio dos comprimentos de onda para o vermelho aumenta com o aumento da distancia sem necessitar de quaisquer outras considerandos.
Se pretender analisar os cálculos agradeço que me envie um email:
jdcardosomoura at gmail.com
ou telefone pelo 967905671
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